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8 de Março de 2014

Report: notícias

pedalando em números

Um cenário (nem tão animador) da bicicleta no Brasil e no mundo

Para a ONU, a bicicleta é o transporte mais sustentável do planeta. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma das melhores formas de reduzir a inatividade física dos trabalhadores da indústria é incentivar o uso de formas alternativas de deslocamento como, por exemplo, a bicicleta. Todos concordam que pedalar faz bem para a saúde, do homem e do planeta.

A bicicleta ainda está longe de ser o principal meio de transporte no Brasil, onde somente 7% da população utilizam o veículo para locomoção dentro da cidade, segundo o Istituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). O meio de transporte mais utilizado pelos brasileiros é o transporte público (em geral, o ônibus) com pouco mais de 44%, seguido pelo transporte por carro, com 23,8%.

Mesmo com a sexta maior frota de bikes do mundo, com 90 milhões, estamos muito longe dos países mais desenvolvidos. O Brasil possui apenas 600 quilômetros de ciclovias, uma das menores malhas cicloviárias do mundo. Aqui o imposto médio que incide sobre as bikes no Brasil é de 40,5%, contra 32% dos tributos no preço final dos carros, segundo estudo da Consultoria IHS Automotive no Brasil. Temos uma das bicicletas mais caras do mundo. Uma bicicleta comum, aro 26 e 21 marchas, vendida em média a R$ 400 reais no país é 54% mais cara que uma similar nos Estados Unidos, onde custa R$ 259.

Em um comparativo com outros países, em 2013, pela primeira vez desde a 2ª Guerra Mundial, em 25 dos 27 países da União Europeia foram vendidas mais bicicletas do que carros o que rende cerca de 600 bilhões de reais por ano (isso é mais que o PIB da Dinamarca).

Fora o preço, a hostilidade das ruas também é outro fator que impede a rápida expansão do modal. De acordo com o Clube dos Amigos da Bike (CAB), o principal risco para quem pedala nas ruas das grandes cidades, dentro ou fora de ciclofaixas, é a falta de consideração de motoristas. Mesmo com o código brasileiro de trêansito, atualizado em 1998, que prevê multa em caso de não respeito por parte de veículos motorizados, a falta de fiscalização ainda é um dos maiores entraves. A inexistência de campanhas de conscientização também ajuda a agravar a situação.

Nem tudo está perdido

Campanhas de publicidade e programas de televisão têm dado maior destaque para as bikes, dando também maior visibilidade aos ciclistas. É cada vez mais comum ver o número de pessoas indo e vindo sob duas rodas por aí. É só observar o crescimento do número de serviços de compartilhamento de bicicletas no país e no mundo.

Trouxemos alguns dados para mostrar que a magrela veio para ficar, vai aumentar sua participação nos transportes e de quebra deixar o mundo mais bonito. Afinal, de acordo com pesquisa científica conduzida pelo Mindlab, os ciclistas são considerados 13% mais inteligentes que outros praticantes de esportes. Os participantes da pesquisa avaliaram que os ciclistas têm uma mistura única de inteligência, generosidade e de um jeito “cool” de ser.

O mundo sobre duas rodas

  • Londres:  é possível solicitar gratuitamente um mapa com as rotas divididas por áreas. O aluguel de bicicletas custa uma libra. Existe um sistema de isenção de impostos para empresas cujos funcionários utilizam a bicicleta para fins profissionais.
     
  • Paris: o incentivo ao uso da bicicleta começou em 2001. Em 2007, foi implantado um sistema de aluguel de bicicletas e a cidade se tornou um exemplo do cicloativismo. A previsão é de que as ciclovias na cidade, que possui hoje uma malha de 440 km, sejam ampliadas para 700 km. Desde 103, por ordem do governo, as empresas que pagarem um valor a mais aos funcionários que utilizarem a bicicleta receberão benefícios fiscais.
     
  • Amsterdã: nos últimos 20 anos a capital holandesa viu sua frota de magrelas crescer 40%. A cidade possui mais de 400 km de ciclovias pelas quais circulam 600 mil bicicletas. Aproximadamente 40% de toda a circulação são em bicicletas. A capital investirá mais 120 milhões de euros na melhoria das instalações para ciclistas, em 2014. Dinamarca e Holanda lideram a utilização da bicicleta na Europa, com aproximadamente mil quilômetros percorridos por habitante, respectivamente, a cada ano.
     
  • Berlim:  segundo o governo, cerca de 10% dos ciclistas fazem seu trajeto utilizando a bicicleta em conjunto com trens ou ônibus. A empresa Alemã Siemens paga 600 euros mensais aos funcionários que não utilizarem o automóvel particular nos seus deslocamentos diários.
     
  • Irlanda: em Dublin, 11% da população têm a bicicleta como o principal meio para ir ao trabalho.
     
  • Nova York: Em junho de 2009, a cidade de Nova York completou o plano de entregar mais de 321 km de ciclovias, o que praticamente dobrou a malha cicloviária, em três anos. Nesse período, o uso da bicicleta como meio de transporte aumentou em 45%. As vendas do varejo aumentaram até 49%, entre a 8ª e 9ª Avenidas, após a instalação no local de uma pista segregada para ciclistas.
     
  • Bogotá: A construção das ciclovias na cidade colombiana fez parte de um plano de renovação urbana no início dos anos 2000, quando foram construídos 120 km de ciclovias. Atualmente são 334 km de ciclovias utilizados por aproximadamente 285 mil pessoas.
     
  • Santiago do Chile: a empresa Altiuz paga aos seus funcionários por cada quilômetro percorrido com a bicicleta no trajeto casa-trabalho-casa. A recompensa estende-se ainda a quem se deslocar a pé ao trabalho.
     
  • São Paulo: apesar de contar com apenas 70,7 km de espaço exclusivo para as bicicletas, a cidade viu reduzir, de 2005 a 2011, 47% das mortes de ciclistas em suas ruas, segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego, investindo em programas de conscientização no trânsito e construção de novas ciclovias.

 

 
 
 
 
7 de Março de 2014

Report: notícias

o leitor agora é sujeito

O jornalismo independente e as dificuldades de financiá-lo nasceram junto com o próprio jornalismo. Soma-se a isso o fato de que a própria imprensa enfrenta uma crise em seu modelo de negócios diante da crescente conectividade. O curioso é que as mesmas tecnologias que abalam o atual jornalismo têm proporcionado, como nunca antes, possibilidades de viabilizar a produção de matérias. Esse é o propósito de “O Sujeito”, plataforma de financiamento coletivo para a produção de matérias jornalísticas que será lançada em São Paulo na próxima quarta-feira, dia 12 de março.

Aberto a qualquer pessoa e a qualquer formato, “O Sujeito” vai funcionar como um canal dentro do “Catarse”, a mais importante plataforma de financiamento coletivo brasileira. Sem uma linha editorial definida, “O Sujeito” aposta no bom jornalismo. A ideia é que os financiadores possam escolher o tipo de jornalismo que querem consumir e incentivar. Por sua vez, os jornalistas terão na plataforma uma oportunidade para financiar sua produção e, em última análise, viver dela, sem depender do escasso emprego formal.

Resumidamente, a plataforma vai funcionar da seguinte forma: o jornalista apresenta sua proposta, que pode ser aperfeiçoada pela equipe de “O Sujeito”, tornando-a mais atrativa do ponto de vista editorial ou mais acessível para o financiamento coletivo. Em seguida, a apresentação da proposta é publicada no canal, com um prazo fixo para captar o recurso necessário – “O Sujeito” ajuda a promovê-la. No fim do prazo, se a verba total for captada, beleza, o projeto segue em frente. Caso contrário, o dinheiro é devolvido aos financiadores.

A publicação do conteúdo será feita no veículo e canal escolhidos pelo jornalista, que também vai definir que contrapartidas dará aos financiadores – tudo isso divulgado com a devida transparência por meio de “O Sujeito”.

Atenta às novas tendências de economia colaborativa e de negócios em rede, a Report está entre as empresas idealizadoras do projeto, ao lado da Together, da Profile e do consultor Tomás de Lara. Nasce como um negócio sem fins lucrativos, uma vez que a taxa de administração é toda destinada à operação tecnológica e de arrecadação da plataforma Catarse.

+ Para saber mais, acesse a página de “O Sujeito ”, no Facebook.

 
 
 
 
7 de Março de 2014

Report: notícias

a era dos extremos

O início de 2014 foi de fazer os céticos das mudanças climáticas tirarem o cavalinho da chuva – e que chuva. Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OWO) das Nações Unidas, as seis primeiras semanas de 2014 foram marcadas por um número inédito de extremos climáticos. Calor, frio e chuva inéditos ocorreram, não somente em algumas regiões, mas no mundo inteiro, ao mesmo tempo.

Esses fenômenos resultaram em interrupções nos transportes, na geração e distribuição de eletricidade e na produção e distribuição de alimentos. Enquanto no Brasil as regiões Sul e Sudeste enfrentaram uma das suas maiores secas e uma onda de calor intenso - o Rio de Janeiro atingiu a sensação térmica de 57 graus, registrada no começo de fevereiro -, a Europa e Estados Unidos penaram com quedas bruscas de temperatura, nevascas e chuvas torrenciais. Também houve ondas de calor na Eslovênia e na Austrália, na Rússia e em partes do Ártico as temperaturas ficaram 10 graus Celsius acima do normal.

Em Londres, no inverno mais molhado em 250 anos, as chuvas causaram alagamentos de enormes proporções, levando as autoridades a acionar, pela primeira vez desde 2010, o sistema de defesa da cidade. Além do grande número de desabrigados em toda a cidade, o encharcamento do solo trará impactos para a agricultura local, comprometendo safras futuras. De acordo com o site BBC, especialistas estimam em dois anos o prazo para que o solo da região mais afetada se recupere.

Já o Meio-Oeste americano passou por uma onda de frio intensa, causada pelo chamado vórtex polar - fortes ventos do Ártico -, que derrubou as temperaturas e gerou fortes nevascas. Em alguns locais, como a cidade de Comertown, os termômetros registraram inacreditáveis -53ºC, de acordo com a agência France Press. O estado da Califórnia, do outro lado do país, passa pela pior seca de sua história, com efeitos na agricultura e no abastecimento de água, fatores agravados por fortes nevascas. O vórtex polar também foi responsável por fazer nevar no Vietnã.

IPCC

Ainda sob o impacto causado pelos extremos climáticos inéditos, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) divulgou, em 31 de janeiro, um relatório onde alerta para os efeitos perversos do aquecimento global. O documento aponta o derretimento da cobertura de gelo da Groenlândia e da Antártida, a elevação do nível dos oceanos, aumento de ciclones e ondas de calor, como algumas das principais consequências. As projeções do órgão são justificadas pela experiência de alguns países, que experimentaram em 2013 e 2014 eventos climáticos extremos.

O documento não isenta a ação humana no processo de mudança climática, e ressalta ser muito provável que mais da metade do aumento observado na temperatura média da superfície global de 1951 a 2010 tenha sido causado pelo aumento de gases de efeito estufa emitido por atividades humanas. Embora o órgão trabalhe com diferentes cenários, a temperatura da superfície da terra projetada para o fim desse século é de 2 graus acima da média atual.

 
 
 
 
7 de Março de 2014

Report: notícias

entre as 50 melhores conferências do ano!

A rede Sustainable Brands está entre as 50 melhores conferências do ano, na opinião do site americano The Daily Muse, dedicado a apoiar carreiras, especialmente de mulheres. A lista reúne eventos de todo o mundo, divididos em inspiradores, tecnologia, vendas & marketing, serviços ao consumidor, empreendedorismo, recursos humanos, mídia & comunicação, design e especialidades (onde foram incluídos os de sustentabilidade).

O SB Rio é o único evento no Brasil que consta da seleção.

+ Saiba mais sobre o SB Rio 2014

 
 
 
 
22 de February de 2014

Report: notícias

Unilever publica conteúdos de sustentabilidade em site corporativo

Para tornar seus relatórios anuais mais objetivos e apresentar suas boas práticas em diferentes plataformas, a Unilever Brasil acaba de publicar conteúdos de sustentabilidade em seções fixas de seu site corporativo. Produzidos com o apoio da Report, os materiais tratam de temas como governança corporativa, gestão ambiental, pesquisa e inovação, gestão de fornecedores e iniciativas associadas à missão social de marcas como Lifebuoy, Becel, Dove e Vim.

As informações ajudam a Unilever na resposta aos indicadores da Global Reporting Initiative (GRI), além de mostrar de que modo a subsidiária brasileira colabora com o cumprimento do Plano de Sustentabilidade – diretriz estratégica do grupo anglo-holandês que propõe dobrar o tamanho do negócio reduzindo o impacto ambiental.

De maneira complementar aos dados apresentados ano a ano no Relatório de Sustentabilidade, os textos apresentam a estratégia e os compromissos da empresa sobre temas como uso de energia renovável, logística reversa, aprimoramento nutricional de produtos alimentícios e controle de riscos na cadeia de suprimentos. Na próxima edição do relato, referente ao ano de 2013, haverá links para os conteúdos fixos relacionados.

 
 
 
 
14 de February de 2014

Report: notícias

web developer II: vaga aberta (SP)

A Report trabalha com a inserção da sustentabilidade no mundo dos negócios, desenvolvendo produtos e soluções em consultoria, comunicação e conhecimento. Estamos em busca de um Web Developer II para integrar a área de web em nosso escritório, em São Paulo, onde deverá auxiliar nas rotinas:

  • Programação de páginas html, css e javascript. Editar arquivos server-side script e bancos de dados, seguindo orientações do superior;
  • Avaliação de design de páginas para adaptação e programação de versão para web, seguindo orientações do superior;
  • Quando necessário, expor os riscos para as equipes competentes, adotar uma conduta proativa e sugerir soluções;
  • Inserção de conteúdo em páginas html e CMS. Dar suporte a outros membros da equipe em eventuais dúvidas;
  • Ser capaz de entender sistemas já em andamento para efetuar manutenções;
  • Administração de arquivos e publicação de sites em servidores web;
  • Fazer interface com o cliente levantando dúvidas e dando suporte, quando necessário.
     

É necessário conhecimento de html5, css3/2, javascript (jquery), produção de sites responsivos (Bootstrap), noções de compatibilidade de browsers e semântica, programação de html para newsletters, conhecimentos básicos de php. É desejável conhecimento de drupal e cms em geral, less/sass, e básico de ssh. São bem vindas características como flexibilidade, paciência, diálogo e facilidade para trabalhar em equipe.

Benefícios: VT e VR
Horário: das 09h às 18h, de segunda a sexta-feira

Mais informações e envio de currículo com pretensão salarial até o dia 20/fev/2014: [email protected]

 
 
 
 
30 de Janeiro de 2014

Report: notícias

copa e sustentabilidade: para não ficar no zero a zero

Misture o debate político e o futebolístico. Acrescente quantias imensas de dinheiro, grandes obras e uma organização internacional que tem sido criticada por falta de transparência. Vamos, agora, ver tudo isso sob o prisma da sustentabilidade.

Se ainda não está totalmente claro, estamos falando da Copa do Mundo de 2014, definida pela Fifa, a maior responsável pela organização do megaevento ao lado do Governo Federal, de “a mais sustentável de todas”. Entre as justificativas para esse título, a entidade anunciou o investimento de US$ 20 milhões na implementação de uma estratégia de sustentabilidade baseada nas diretrizes da norma internacional de responsabilidade social ISO 26000.

Os estádios, por exemplo, buscam a certificação LEED, do Green Building Council (GBC): a Arena das Dunas, estádio de R$ 423 milhões em Natal, conta com coletores de água das chuvas para utilização nos banheiros e na irrigação do gramado.

Em Belo Horizonte, a Prefeitura montou uma estrutura de gestão especial, a Secretaria Extraordinária Municipal da Copa, com um Comitê de Meio Ambiente vinculado a ela. O Comitê conta com representantes de todas as secretarias e discute todos os projetos que tenham ligação mais próxima como a questão ambiental, como coleta seletiva e o tratamento dado aos resíduos no município.

Segundo Weber Coutinho, Gerente de Planejamento e Monitoramento Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA-BH), o destaque é a produção do inventário municipal de emissões de gases de efeito estufa, realizado com recursos do PNUMA e que tem sido usado como referência do Ministério do Meio Ambiente para outros municípios que sediarão a Copa.

O Lado B da Copa

Outra linha de pensamento já não é tão otimista. O professor titular de Planejamento Urbano da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Carlos Vainer tem uma série de críticas ao evento. A primeira é com relação às emissões de gás carbônico. “A Copa será realizada em 12 cidades para atender a interesses oligárquicos locais. Se considerar que os torcedores acompanham seus times, isso vai gerar uma carga de emissões por transportes muito grande”.

E segue: “Estão construindo estádios absurdos e desnecessários.” Mais? “Do ponto de vista de direitos humanos, é uma das Copas mais brutais. Calculamos que 200 mil pessoas estão sendo removidas, uma violação ao direito de moradia”.

Outro especialista em dinâmicas das cidades, Orlando Silva Junior, professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) da UFRJ e integrante do Observatório das Metrópoles, critica a ausência de participação popular na tomada de decisões e também cita a questão das remoções como problemática, baseado nas informações do dossiê Megaeventos e Violações dos Direitos Humanos no Rio de Janeiro, lançado em 2012 e disponível na internet. “Há um processo de elitização de certas áreas em todas as cidades. No Rio é evidente, pela valorização imobiliária desproporcional”, diz o professor. Para ele, as obras e investimentos são concentrados nos municípios-sede, não seguindo uma lógica “metropolitana”, uma vez que desconsideram o entorno. “Para um planejador público, é óbvio que isso vai causar problemas no futuro.”

O governo federal celebra o retorno desses investimentos para a economia. Mas existe uma questão que precisa ser melhor debatida: a distribuição da riqueza também é um fator de sustentabilidade da economia. Quem vai ficar com os lucros? E quem vai pagar a conta dos prejuízos? Sem clareza nesse ponto, não se pode falar de sustentabilidade financeira.

É essencial que o tema ganhe mais destaque na imprensa e em outras instâncias para que sejam feitos os ajustes necessários e, pensando nos próximos grandes eventos, para que seja possível repetir os acertos e aprender com os erros.

 
 
 
 
30 de Janeiro de 2014

Report: notícias

materialidade em quatro tempos

A Report Sustentabilidade lança hoje (29/01) a publicação Materialidade no Brasil: um ensaio qualitativo, uma análise detalhada dos processos de materialidade de quatro empresas brasileiras: Banco do Brasil, Cosan, EDP – Energias do Brasil e SulAmérica. No texto, são apresentados os desafios que essas empresas enfrentaram para implantar seus processos de materialidade, assim como iniciativas adotadas e os resultados que elas trouxeram. Também se destaca a visão da materialidade como um processo de melhoria contínua. Acesse o hotsite e faça o download da publicação aqui.

As quatro empresas que participaram do estudo foram selecionadas a partir das sugestões não só da Report como também de empresas parceiras, que indicaram casos considerados representativos. Na seleção, foram adotados critérios como o vínculo da materialidade com a estratégia do negócio, o envolvimento da alta administração e a participação de stakeholders, entre outros.

O estudo é o segundo que a Report publica sobre o tema. Em 2012, foi lançada a pesquisa Materialidade no Brasil: como as empresas identificam os temas relevantes. Inédita no país e referência mundial, a publicação buscou compreender o estágio atual das companhias brasileiras no que se refere às práticas utilizadas para a definição dos temas relevantes às suas atividades.

 

 
 
 
 
29 de Janeiro de 2014

Report: notícias

assistente de gestão: vaga aberta (rj)

A Report trabalha com a inserção da sustentabilidade no mundo dos negócios, desenvolvendo produtos e soluções em consultoria, comunicação e conhecimento. Estamos em busca de um ASSISTENTE DE GESTÃO DE PROJETOS E RELACIONAMENTO em nosso escritório, no Rio de Janeiro, onde deverá auxiliar nas rotinas:

  • Acompanhar o atendimento e cuidar do relacionamento com o cliente;
  • Auxiliar e acompanhar a elaboração do cronograma do projeto em conjunto com todas as áreas envolvidas e sob supervisão do gestor responsável pelo projeto, bem como acompanhar o desenvolvimento do cronograma;
  • Verificar/analisar as pendências e, em conjunto com o gestor, com a equipe da Report e o cliente, estabelecer os prazos e metas viáveis para a adequada realização do projeto;
  • Dar suporte ao gestor no acompanhamento dos projetos em andamento;
  • Verificar/analisar junto com o gestor do projeto todas as sugestões e críticas dos clientes, considerando o apoio da equipe quando necessário, e dar o devido retorno no prazo negociado, sob supervisão do gestor;
  • Manter toda equipe constantemente informada do desenvolvimento do projeto, bem como o gestor e a gerente da área de gestão e relacionamento;
  • Acompanhar as atividades relacionadas à logística (longa distância) para a equipe do projeto;
  • Auxiliar na organização de documentos dos clientes e da empresa, colaborar com o controle e arquivamento dos contratos, apoiar nos processos operacionais do dia a dia do escritório, sob supervisão do gerente regional.
     

É necessário conhecimento básico do pacote Office (Power Point, Excel e Word). São diferenciais as noções e afinidades com o tema da sustentabilidade nos negócios e experiência no relacionamento junto ao cliente.

Benefícios: VT e VR
Horário: das 09h às 18h, de segunda a sexta-feira

Mais informações e envio de currículo até o dia 10/fev/2014: [email protected]

 
 
 
 
28 de Janeiro de 2014

Report: notícias

report começa seu 1º relatório

É um marco para a nova fase da Report: em janeiro de 2014 demos início ao planejamento do nosso primeiro relatório de sustentabilidade.

A primeira reunião do grupo responsável pelos trabalhos iniciais estabeleceu as premissas e diretrizes básicas para o relatório, que será lançado no segundo semestre e estará tecnicamente alinhado com as diretrizes do relato integrado do IIRC (International Integrated Reporting Council) e da versão G4 da GRI (Global Reporting Initiative).

A ideia é usar os dez anos de experiência na produção de relatórios para as empresas e levar, para o mercado, uma publicação inovadora, que aponte caminhos para o relato de sustentabilidade. E, para dentro da empresa, trazer um novo insumo aos processos, como o planejamento estratégico.

Aguarde por mais novidades!

 
 
 
 

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