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6 de Agosto de 2013

Report: notícias

carros mais verdes

A indústria automobilística mundial busca alternativas para produzir carros que poluam menos e sejam economicamente viáveis. Nesse sentido, as grandes marcas investem em pesquisa para desenvolver veículos elétricos há alguns anos. Mesmo com vários modelos circulando, particularmente na Europa, a indústria ainda enfrenta barreiras significativas para ganhar escala, como os altos custos de produção e a necessidade de adaptar sua infraestrutura para essa modalidade de automóveis.

Para tentar resolver essas dificuldades, a norte-americana General Motors e a japonesa Honda anunciaram em julho uma parceria para desenvolver novas técnicas de armazenamento de hidrogênio e consequente implantação do sistema de células de combustível em carros. Juntas desenvolverão uma bateria que funciona com célula-combustível de hidrogênio e poderão compartilhar seus conhecimentos, além de estabelecer estratégias em comum. Os veículos equipados com a nova tecnologia deverão chegar ao mercado a partir de 2020.

A tecnologia de células de combustível é uma alternativa para muitos dos principais desafios dos automóveis atuais: dependência de petróleo, emissões, eficiência, alcance e tempo de reabastecimento. Os veículos são movidos a hidrogênio renovável, feito de fontes como vento e biomassa. Sua única emissão é de vapor d’água. Além disso, a autonomia desses carros alcança 650 quilômetros, o abastecimento é realizado em três minutos e a sua tecnologia de propulsão pode ser utilizada em modelos pequenos, médios e grandes.

 
 
 
 
6 de Agosto de 2013

Report: notícias

Queiroz Galvão relatório anual

A Queiroz Galvão lançou na última semana de julho seu relatório anual 2012, com conteúdo produzido pela Report. Grupo empresarial fundamentado na Construtora Queiroz Galvão, uma das maiores do Brasil, mas com investimentos também em óleo e gás, gestão ambiental, empreendimentos imobiliários e construção naval (entre outros ramos), a QG apresenta suas principais realizações do último ano na publicação, que teve versões impressa e digital

Mesmo sem se tratar de um relatório de sustentabilidade, a empresa respondeu a alguns indicadores GRI selecionados, relativos à Construtora.

É o segundo relatório da QG no qual a Report trabalha. Neste ano, além de entrevistarmos os executivos-chefes de cada uma das áreas de negócio do grupo, também preparamos um capítulo especial sobre os 60 anos de fundação da companhia, comemorados  em abril de 2013. 

 
 
 
 
2 de Agosto de 2013

Report: notícias

samarco: relatório de administração leva troféu transparência 2013

A Samarco, mineradora brasileira com atuação no Espírito Santo e em Minas Gerais, é uma das ganhadoras do Troféu Transparência 2013, na categoria Empresas de Capital Fechado. O reconhecimento está ligado à publicação do Relatório de Administração (RAD) 2012 e destaca a clareza das demonstrações financeiras, a qualidade das informações e a transparência contábil da companhia.

Lançado no primeiro trimestre do ano, o RAD faz parte do ciclo de divulgações de desempenho da Samarco, junto do Relatório Anual de Sustentabilidade (RAS), que saiu do forno em junho. Na edição 2012, ambos tiveram o conteúdo elaborado pela Report, que ainda apoiou a companhia no levantamento de indicadores socioambientais, com base nas diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI).

O Troféu Transparência é concedido pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), pela Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi) e pela Serasa Experian. A cerimônia de premiação será em setembro, em São Paulo.

+ Leia o Relatório Anual de Sustentabilidade 2012 da Samarco.

+ Leia o Relatório de Administração 2012 da Samarco

 
 
 
 
1 de Agosto de 2013

Report: notícias

relato integrado: os debates continuam no rio

Com o tema conectividade, a Report encerrou, na manhã de hoje, a primeira rodada de atividades do Grupo de Estudos sobre Relato Integrado. Nos últimos meses, foram realizados seis encontros em São Paulo com a participação de representantes de AES Brasil, Bradesco, CSN, Itaú Unibanco, Natura, Santander e Sulamérica para tratar sobre o desafio de integrar uma visão conjunta dos aspectos econômicos, sociais e ambientais no relato corporativo. E as atividades continuam no segundo semestre: com o apoio da Sulamérica, o Grupo de Estudos será iniciado no Rio de Janeiro. A primeira reunião na capital fluminense ocorrerá no dia 22 de agosto.

Encerramento da primeira rodada de atividades do Grupo de RI, em São Paulo.

O projeto foi articulado pela Report para trazer ao Brasil o contexto global dos debates sobre a integração de relatos financeiros e não financeiros, em consonância com o trabalho do International Integrated Reporting Council (IIRC) – que desenvolve o primeiro conjunto de diretrizes sobre o assunto. A primeira reunião ocorreu em setembro de 2012, com a participação de Lisa French, head do IIRC para a América Latina. Desde então, empresas e especialistas convidados puderam trocar experiências e analisar as barreiras e oportunidades que envolvem um modelo conectado de comunicação de desempenho e aprofundar o conhecimento em assuntos-chave como materialidade, modelo de negócios, capitais e geração de valor.

No encontro de hoje foi abordado o conceito da conectividade que pressupõe a necessidade de novas interações e correlações entre os diferentes componentes da organização para apresentar um melhor retrato da companhia. Em síntese, é evoluir de um relato fragmentado dos aspectos financeiros e não financeiros para demonstrar a conexão entre elementos como estratégia, governança, performance e visão de futuro.

Por meio de exemplos bem-sucedidos – como o da Puma, que desenvolveu o Environmental Profit and Loss Statement (EP&L), ferramenta capaz de calcular os custos gerados pelos impactos de suas atividades ao longo de um ano –, foi possível identificar caminhos para melhor representar a geração de valor das empresas e uma visão mais holística do negócio.

“O relato integrado não é apenas tendência futura, já é realidade. Basta observar o grupo que compõe o IIRC incluindo os órgãos que estabelecem os standards para os balanços financeiros, as grandes empresas de auditoria do mundo e representantes de analistas e investidores no cenário global”, argumentou Álvaro Almeida, sócio-diretor da Report.

Com o encerramento do primeiro ciclo, a Report se prepara para levar os debates sobre relato integrado para clientes, parceiros e organizações instalados no Rio de Janeiro. Serão cinco encontros, de agosto a novembro, com vagas limitadas. Para saber como participar, entre em contato pelos e-mails [email protected] e [email protected].

Publicação

Resultado das experiências e aprendizados obtidos ao longo do ano, a Report também está preparando uma publicação com o contexto brasileiro e os principais temas e desafios relacionados à integração de relatórios. O documento, que deve ser lançado em setembro, se baseará nas primeiras diretrizes do IIRC e no conhecimento que circulou nos encontros do Grupo de Estudos.

 
 
 
 
1 de Agosto de 2013

Report: notícias

aplicativo da nike mede impacto de materiais de coleções

A Nike está decidida a mobilizar representantes da indústria da moda no mundo a refletir a respeito da sustentabilidade de suas coleções. Para isso, acaba de lançar o MAKING – um aplicativo que compara o impacto ambiental de diversas matérias-primas usadas na confecção de roupas e calçados. As informações sobre os materiais incluem aspectos como consumo de água e energia, geração de resíduos e presença de substâncias químicas.

A base de dados faz parte do Nike Materials Sustainability Index (MSI), uma plataforma que vem sendo criada há sete anos. Para o desenvolvimento do aplicativo, a Nike contou com o apoio de estudantes do Centro de Moda Sustentável do London College of Fashion, na Inglaterra. A ideia é que o conhecimento seja usado para ajudar designers de moda a fazer escolhas responsáveis desde o início do processo criativo. “Queremos incentivar a criação de produtos melhores para os consumidores e para o planeta”, explica Hannah Jones, VP de Negócios Sustentáveis e Inovação da Nike. O aplicativo está disponível para download na Apple Store.

O setor de confecção tem sido bastante pressionado pela sociedade. As questões ambientais são apenas uma parte dos temas críticos envolvidos, que incluem também suspeitas de uso de mã0-de-obra escrava. No Brasil, a cadeia de fornecimento é formada por uma extensa rede de pequenas oficinas terceirizadas que abastecem algumas das maiores redes de varejo. Nos últimos anos, diversas empresas foram alvo de denúncias a respeito das condições degradantes de trabalho. Entre os casos recentes estão as redes Zara, Lojas Marisa, Luigi Bertoldi, Cori, Le Lis Blac e Bo.Bô.

 
 
 
 
30 de Julho de 2013

Report: notícias

Perspectivas, comunicação e assurance: destaques da Pós-Conferência GRI

 
Representantes de empresas, consultorias e da Global Reporting Initiative (GRI) se reuniram ontem na sede da BM&FBovespa, em São Paulo, para a Pós-Conferência GRI, encontro que promoveu a troca de experiências e trouxe percepções expandidas sobre a Conferência Global sobre Sustentabilidade e Relato, realizada em Amsterdã, em maio.
 
Durante a manhã, as empresas e consultorias apresentaram visões sobre os planos futuros relacionados à G4, nova versão das diretrizes.  Representando a Sanasa, empresa responsável pelo abastecimento de água da região de Campinas (SP), Adriana Leles reforçou o papel das organizações públicas na criação de uma cultura de transparência. “A G4 vem, principalmente, para incentivar a aproximação com os stakeholders. Para uma empresa que presta um serviço público, significa responder à vontade da sociedade, por meio de uma gestão integrada e da comunicação de desempenho clara e aberta”, disse.
 
Roberto Waack, da Amata Brasil, empresa do setor florestal que atua em toda a cadeia da madeira, destacou a combinação entre o relato integrado e a G4 como caminho para a melhoria das práticas corporativas e reforçou a necessidade de considerar aspectos não financeiros na gestão. “Diversos passivos que hoje são morais serão legais no futuro. Por isso, é importante que as empresas incorporem os impactos negativos e positivos e saibam identificá-los no diálogo com seus públicos”, acredita.
 
Com foco no mercado financeiro, a segunda mesa de debate reuniu executivas do Santander, da Sulamérica e da BM&FBovespa para debater o desafio de sensibilizar investidores, profissionais e empresas do setor para a sustentabilidade. 
 
Denise Nogueira, do Itaú Unibanco, mencionou a normativa, a ser lançada ainda em 2013 pelo Banco Central, que regula a publicação de políticas e balanços socioambientais pelas instituições financeiras. “Essa regulação não veio do nada; resulta de anos de aprendizados do setor para comunicar seus resultados não financeiros”, relata a gerente de sustentabilidade. Também ressaltou a importância da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) no trabalho realizado com o Protocolo Verde.
 
E a comunicação?
 
Para além das melhorias necessárias à gestão, representantes de consultorias e agências de comunicação corporativa discutiram como adequar os relatos à nova  proposta de diretrizes, que sugere detalhamento da identificação dos temas materiais e incentiva relatos concisos e focados no que é relevante para o negócio.
 
Os participantes apontaram a integração de plataformas, a adaptação da linguagem às necessidades dos stakeholders e o maior foco do relato (apoiado nos processos de materialidade) como formas de as empresas construírem reputação ao mesmo tempo em que aprimoram seus modelos de negócio.
 
“A GRI propõe desafios de gestão, e não só de comunicação. Cada vez mais as empresas terão de explicar como dialogam com os stakeholders e como os temas materiais são mapeados e ligados à estratégia”, afirmou Estevam Pereira, sócio-diretor da Report. “A mudança que a G4 sugere aos comunicadores e às empresas é estabelecer planos para que a sustentabilidade vá além do relato, integrando as ações de comunicação interna, externa e de marketing ao longo de todo o ano”, complementou.
 
Requisitos, asseguração e conhecimento
 
Durante a tarde, Cecília Balby, consultora independente, e Maria Sulema Pioli, da ERM, apresentaram os requisitos da G4 para a definição da estrutura e do conteúdo dos relatórios GRI. Para ambas, as quatro fases da materialidade propostas pela G4 – identificação, priorização, validação e revisão – são um caminho preciso para definir como e quais assuntos devem ser abordados. 
 
“É preciso, também, indicar onde os temas relevantes se apresentam ao longo da cadeia, e isso vai exigir um mergulho nas práticas da cadeia de suprimentos, por exemplo”, disse Maria Sulema Pioli. “Cabe às empresas, também, informar se ainda não há uma gestão capaz de trazer dados precisos sobre os impactos de fornecedores e parceiros.”
 
Outra mesa trouxe à tona o debate sobre as metodologias de asseguração e o papel desses processos no relato da sustentabilidade. Maria Helena Meinert, da BSD Consulting, Carlos Silva, da KPMG, e Alex Veryuurt, da BVQI, explicaram seus métodos e levantaram acalorados debates sobre a importância do processo de assurance, suas atuais características e como o detalhamento da asseguração, indicada item a item na nova tabela GRI, poderá contribuir para que os pareceres sejam entendidos como oportunidade para melhoria do processo de gestão da sustentabilidade nas empresas.
 
Ao fim do encontro, publicações lançadas durante a Conferência GRI em Amsterdã foram apresentadas ao público por Gláucia Terreo, da GRI, Sonia Favaretto, da BM&FBovespa, e Sidney Ito, da KPMG (que ajudou a elaborar a pesquisa Carrots and Sticks, sobre regulações e iniciativas de mercado em relação a relato de sustentabilidade). Destaque para a fala de Sônia Favaretto, durante a apresentação da pesquisa GRI sobre relatório integrado, intitulada The Sustainability Content of the Integrated Reports – a Survey of Pioneers: “Não poderíamos falar de Relatório Integrado se não fosse o trabalho dos Relatórios de Sustentabilidade que viemos desenvolvendo. Acredito que a discussão sobre RI é um caminho para a próxima década”.
 
Leia mais
 

+ Artigo de Estevam Pereira sobre a G4. 

+ Aqui, mais sobre a G4 no site da GRI. 

 

 
 
 
 
19 de Julho de 2013

Report: notícias

G4: pontos críticos dão tom do 1º encontro

O primeiro encontro da série de diálogos sobre a G4, as novas diretrizes da GRI, aconteceu ontem na sede da Report Sustentabilidade, em São Paulo, e reuniu 34  profissionais de 23 empresas de diversos setores e mercados.

Os diferentes pontos de vista geraram contribuições muito interessantes. Foram citados pontos críticos das novas diretrizes, como o monitoramento das práticas de fornecedores e dos subcontratados; as dificuldades de envolver outras áreas, além da responsável pelo relatório no processo; a viabilidade de realizar relatórios concisos e o alinhamento da G4 com as propostas do Relato Integrado. 

Nos próximos encontros, os temas previstos são: processo de materialidade, engajamento com públicos de interesse para a incorporação da sustentabilidade na gestão dos negócios, as novas exigências para o relato da estrutura de governança e dilemas da cadeia de suprimentos. Em breve serão divulgadas as datas oficiais.

Com os Encontros G4, a Report cumpre o compromisso de, após participar da Conferência GRI, em Amsterdã, disseminar o conhecimento adquirido para funcionários, clientes e outros públicos. 

 
 
 
 
16 de Julho de 2013

Report: notícias

Primeiro encontro G4

Nesta quinta feira, dia 18 de julho, a Report realiza o primeiro da série de cinco encontros para discutir a nova versão das diretrizes GRI. Representantes das empresas AES, INPEV, Heringer, COSAN, Alcoa, Samarco, FCL, Unilever, Santander, Natura, PREVI, DM9DDB e CNI já confirmaram sua presença no debate que será conduzido pela diretoria e consultores da Report e vai abordar os pontos mais importantes da transição para o G4.

Os interessados que ainda não fizeram sua inscrição devem enviar um e-mail para [email protected] ou ligar: 11 3246 3040.

 

+ Leia o que já publicamos sobre a G4 no blog: 

encontros g4: para entender as novas diretrizes gri

gri quer relato de grandes empresas até 2015

as mudanças da G4

G4: as empresas terão dois anos para migrar

G4: cadeia de fornecedores muda na versão final

GRI G4 é apresentada em Amsterdã

 

      Faça aqui o download das novas diretrizes GRI

 

 
 
 
 
15 de Julho de 2013

Report: notícias

"Matriz energética brasileira é exemplo mundial"

A matriz energética brasileira é um exemplo para o mundo. É a opinião de Mauricio Tolmasquim, presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética). Ele foi o principal palestrante no seminário “A Sustentablidade do Brasil de 2013 para o Brasil de 2050”, promovido pelo jornal Valor Econômico.

Segundo Tolmasquim, o Brasil se destaca pelo fato de estar entre as dez maiores economias do mundo (atualmente é o 7º da lista), mas com emissões do setor energético que representam 0,3% das emissões de energia no mundo. A China, por exemplo, emite 100 vezes mais.

Na palestra, ele mostrou que, no mundo, as fontes renováveis representam, em média, 20% da matriz. No Brasil, em 2012, as renováveis representaram 84%. E mais, nos países que apresentam as menores emissões as matrizes majoritárias são nucleares. “Se puder escolher entre hidrelétrica ou nuclear, qual você escolheria?”, indaga.

O Brasil possui o terceiro maior potencial hidrelétrico do mundo, só atrás de China e Rússia, mas só usou um terço desse potencial. A França, por exemplo, utiliza 100%. A Alemanha 83%. O dilema brasileiro é que 60% do potencial a ser explorado está na Amazônia, onde a alta sensibilidade do bioma dificulta o investimento em grandes empreendimentos. O país também está em vantagem com relação a matrizes eólica, de biomassa e solar.

Os ventos no Brasil podem gerar 143 mil MW por ano, o equivalente a 14 vezes o que produz anualmente a hidrelétrica de Itaipu.  

O potencial da biomassa é de 17 MW por ano. A matriz está, já que, atualmente, 57% da frota de veículos brasileiros é flex – e para 2021, a previsão é que seja 75%. E quanto mais etanol, mais biomassa.

No caso da energia solar, o nível radiação diária no Brasil é, por exemplo, o dobro da Alemanha, e com variação anual menor que a eólica e a hídrica.

“São fontes que se complementam. É uma riqueza nossa”, afirma Tolmasquim.

Painel

O evento ainda contou com um painel em que alguns dos principais especialistas do setor elétrico debateram o tema “Os Principais indutores para alavancar a sustentabilidade no setor elétrico”.

O debate envolveu o conflito entre a urgência da expansão da capacidade de geração e o controle das emissões a partir de opções mais limpas de matrizes, que levam mais tempo e são mais caras para serem implantadas. Confira os destaques da fala de cada um dos painelistas:

A solução não é evitar as mudanças climáticas, mas toma-la como ponto central da estratégia. Não será possível evitar, então teremos que nos adaptar a ela.
Philippe Joubert, Assessor Sênior e Diretor de Gerenciamento de Energia e Clima do WBCSD

A combinação de matrizes é fundamental. Mas a somatória de eólica, solar e hidrelétrica não basta. Há uma necessidade latente pelas termelétricas, que estão aí para suprir a demanda.
Britaldo Soares, CEO da AES Brasil

O preço do diesel, em São Paulo, é de cerca de R$ 2/litro, mas morrem nove pessoas por dia por problemas respiratórios. Como mensurar externalidades desse tipo no custo? Com a taxa de carbono, haverá dois problemas: a “aceitabilidade” da cobrança e a destinação dos recursos. Se vamos cobrar pelas externalidades, temos que utilizar o recurso para mitigar ou desenvolver fontes menos nocivas.
Pietro Erber, Diretor do Instituto Nacional de Eficiência Energética

Fontes intermitentes ou renováveis são importantes e devem ser incentivadas, mas não resolvem a questão energética. O Brasil presenciará o renascimento das usinas a carvão.
Gilberto Schaefer, diretor de vendas, tecnologia e regulamentação da Siemens

Brasil tem práticas sustentáveis reconhecidas no mundo e devem ser incentivadas. A ‘complementabilidade’ de matrizes renováveis deve ser incentivadas. Além disso, fala-se muito em geração, mas falta o investimento em um sistema de transmissão compatível.
Marcia Leal, chefe do departamento de energia do BNDES

 
 
 
 
12 de Julho de 2013

Report: notícias

FEBRABAN: educação financeira e corporativa são destaques em relato

A FEBRABAN divulgou seu Relatório Anual 2012, um canal de comunicação para prestação de contas de sua atuação. No ano, a Federação ampliou suas atividades voltadas para a educação financeira da população e a educação corporativa. Nesse sentido, um dos destaques do ano foi a criação do INFI (Instituto FEBRABAN de Educação), que tem como foco promover o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais de acordo com as demandas do mercado.

Outro tema abordado pelo relatório é a participação da FEBRABAN na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, onde colocou em consulta pública o Edital trata da implementação de uma política de responsabilidade socioambiental por parte de todas as instituições autorizadas e fiscalizadas pelo Banco Central.

Além das informações sobre a entidade, contempla as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) pelo terceiro ano consultivo. Neste relato, 20 bancos associados à Federação participaram do relatório, respondendo a 15 indicadores de desempenho e a 11 setoriais da GRI.

O Relatório Anual da FEBRABAN 2012 pode ser acessado pelo site www.febraban.org.br.

 
 
 
 

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