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11 de Julho de 2013

Report: notícias

A Report Rio mudou

O escritório da Report no Rio mudou de endereço. O novo espaço fica na Gávea, numa casa mais espaçosa e melhor estruturada. O conceito é novo também: um espaço de trabalho compartilhado, o chamado coworking.

A mudança atende às diretrizes traçadas no planejamento estratégico da Report, com foco em inovação, qualidade e ampliação do relacionamento com o cliente. Atende também à constante busca da felicidade no trabalho, já que as novas instalações, além de bonitas e confortáveis, contam com jardim, varanda e aprazível sala de reunião.

O espaço já nasce preparado tanto para crescer fisicamente quanto para trabalhar em rede. Resiliência é um atributo diferencial do conceito de coworking, um modelo contemporâneo, adequado a uma operação dinâmica e conectada com as novas tendências.

A mudança da Report Rio representa um passo importante para apoiar as necessidades das empresas que a cada ciclo inserem de forma mais ampla a sustentabilidade em seus negócios – e enfrentam desafios cada vez mais diversos. O novo modelo contribui significativamente para a ativação de uma rede integrada de capacidades complementares nos temas de sustentabilidade, promovendo o encontro, a troca de ideia e a agilidade da execução.

Venha nos visitar: R. Duque Estrada 41, Gávea

P.S. ainda estamos lidando com turbulências de telefonia, mas em breve isso também estará estabilizado, mantendo o mesmo número: (21) 2556 2677.

 
 
 
 
11 de Julho de 2013

Report: notícias

Encontros G4: para entender as novas diretrizes GRI

Quais são impactos da nova versão das diretrizes GRI? O que muda em materialidade, engajamento, fornecedores e governança? Como ficarão os níveis de aplicação? E o assurance? A Report Sustentabilidade vai realizar uma série de encontros que detalharão a G4 e fornecerão as informações necessárias para que os gestores das empresas tomem as melhores decisões para o próximo processo de relato. 

Serão cinco datas, a começar pelo dia 18 de julho, quando será debatida questão “o que é preciso saber na transição para a nova versão das diretrizes”.

As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. Para saber mais e fazer sua inscrição no primeiro encontro, envie um e-mail para [email protected] ou ligue: 11 3246 3040.

Clique aqui e saiba mais sobre os Encontros G4.

 
 
 
 
4 de Julho de 2013

Report: notícias

quanto vale este resíduo

Na primeira de uma série especial de reportagens sobre resíduos sólidos, a Report fala sobre o setor de pneus e mostra os caminhos e desafios para a indústria como um todo se enquadrar na nova legislação

- parte 1

O ano de 2014 tem grande importância no calendário da sustentabilidade brasileira. É o limite determinado pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (instituída pela Lei 12.305/2010) para que as empresas implantem o processo de logística reversa de seus produtos. Está prevista também a eliminação dos lixões – perspectiva que tem sido colocada em cheque por dados e estudos divulgados.

Os números de 2012 da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre) apontam que 42,3% do lixo são enviados a locais inadequados no Brasil, cerca de 2,8 milhões de toneladas. Essa prática ainda é recorrente, principalmente, nas pequenas cidades, que depositam os resíduos em lixões e aterros sem estrutura, prática realizada em 68,5% dos municípios com até 30 mil habitantes.

Um estudo divulgado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) em 2012 confirma o cenário ruim: mais da metade dos municípios brasileiros (média de 51%, no geral) não conseguiu apresentar os seus planos de gestão de resíduos sólidos no prazo de dois anos concedido pela Lei.

Para Carlos Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe, a questão ainda não é vista como prioridade nas agendas dos administradores municipais. “Os municípios se preocupam em lidar apenas com as consequências relacionadas à gestão do lixo, e não com um planejamento que é fundamental para que as soluções adequadas e os objetivos da lei sejam plenamente atendidos”, observa. Outro problema é a falta de pessoal qualificado e, pior ainda, um desconhecimento das obrigações trazidas pela Lei.

Críticos observam que a Lei é falha no que diz respeito às responsabilidades civis na prevenção e redução na geração de resíduos. O texto sugere a prática de hábitos de consumo sustentável, mas não a referenda ou institui instrumentos que envolvam as pessoas. “O Brasil tem um padrão cultural que não é prospectivo, o que é muito ruim em termos de sustentabilidade. Seria importante ter incentivos para que os consumidores se engajassem mais no processo de gestão dos resíduos”, afirma Patrícia Lemos, professora associada da Faculdade de Direito da USP e consultora ambiental da Viseu Advogados, membro do Centro Multidisciplinar de Estudos em Resíduos Sólidos Urbanos (CerSOL/USP).

Patrícia também pontua que a política não específica os incentivos econômicos, como redução tributária, fundamentais para que ela fosse, de fato, implementada.

Responsabilidade compartilhada

Um item destaque na Lei é o uso do conceito de responsabilidade compartilhada, sugerindo sua distribuição entre fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, cidadão e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos. Na Europa, adota-se o modelo de responsabilidade alargada do fabricante, que responde pela gestão de resíduos.

“Alguns criticam a fragmentação, alegando que problema de todos não é problema de ninguém. Eu não vejo essa questão como negativa, pois a sociedade tem que se engajar. Se todos consomem, faz sentido que contribuam na gestão dos resíduos”, avalia Patrícia.

Uma boa notícia é que a PNRS estabelece que embalagens de agrotóxicos, pneus, baterias, óleos lubrificantes, embalagens de óleos lubrificantes, produtos eletroeletrônicos, pilhas e alguns tipos de lâmpadas sejam de responsabilidade dos fabricantes, obrigados a organizar e pagar pela logística reversa. Há possibilidade de serem feitos acordos com outros atores da cadeia de valor, desde que sempre monitorados pelo poder público.

O impacto positivo ou negativo do compartilhamento depende do setor de atuação. Um dos atores nesse processo é a indústria de pneus, que há 13 anos investe no recolhimento e destinação dos seus resíduos. Para a Reciclanip, entidade responsável pela logística de coleta e destinação de pneus inservíveis das fabricantes filiadas à Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), o modelo compartilhado favorece os fabricantes brasileiros, pois permite que a gestão seja apoiada e dividida, como já é feito pela entidade.

Raio-x pneumático

Já existem muitos procedimentos e programas em andamento deste que é um dos componentes ambientalmente mais impactantes. As opções de destino do pneu usado vão desde a reforma, a transformação em combustível alternativo para a indústria do cimento (sua queima, quando correta, fornece mais energia do que a queima de carvão) até a produção do chamado asfalto borracha e outros componentes, como sola de sapatos.

Mário Batista, diretor de Assuntos Corporativos da Pirelli afirma que a Lei não acarretou em grandes mudanças em seus processos, uma vez que a fabricante já atua em coerência com normas desde 1999, como a Resolução Conama 258/99 (determina a coleta e a destinação final de pneus como obrigação das empresas fabricantes).

Junto a outros fabricantes nacionais, a Pirelli está no bolo de investimentos que soma mais de US$200 milhões aplicados desde 1999, e que possibilitou a coleta de 2.456 milhões de unidades de pneus inservíveis e a sua destinação adequada. Em 2013, devem ser investidos cerca de US$ 43,0 milhões no Programa Reciclanip. 

Destinos do pneu

Reaproveitar resíduos sólidos significa dar um tratamento para que eles sejam reabsorvidos em alguma parte da cadeia produtiva. No caso do pneu, a primeira medida possível é a reforma. Eduardo Sacco, gerente de marketing da Vipal, empresa que, dentre outras atividades, fabrica produtos de borracha, explica os benefícios: “Além de gerar economia, a reforma de pneus reduz o consumo de recursos naturais. Cada pneu de carga reformado evita que se gaste, em média, 57 litros de petróleo durante a sua fabricação. Quanto à energia elétrica, a redução do consumo chega a 80%”.

Em termos de economia para o setor, dados da Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus (ABR) apontam que a reforma repõe mais de 7,6 milhões de pneus da linha caminhão/ônibus, economizando uma média de 5,6 bilhões de reais/ano.

Já a destinação do pneu como combustível alternativo na indústria do cimento representa 67% dos materiais coletados. Para que seja ambientalmente correta, a queima feita pelas cimenteiras deve ser cercada de cuidados como o uso de filtros especiais para redução das emissões.

Ontem pneu , hoje...

67% - combustível para cimento

33% - outros compostos de borracha (sola de sapato, vedação, dutos, pisos, asfalto, tapetes para automóveis e etc.)

Fonte: Reciclanip

Mas especialistas criticam as alternativas não apenas em função da variedade de destinação, mas, pelo baixo impacto que gera, segundo Patrícia, do CerSOL. “Além de a quantidade de concreto e asfalto produzidos ser baixa, há o problema da importação de pneus, resultando no uso do nosso país como depósito desses resíduos”, aponta. Para Alberto Mayer, presidente da Reciclanip, uma medida que poderia ampliar a escala é uma regulação que determine o uso de asfalto borracha em todas as rodovias brasileiras. “Estamos em contato com o Ministério dos Transportes e com alguns parlamentares para tentar tornar essa medida obrigatória”, adianta Mayer.

E o resto do carro?

Embora os fornecedores de pneus já tenham indicado algumas evoluções, o setor automotivo, principalmente a fração responsável pelo descarte das carcaças dos veículos, não está na lista de logística reversa da PNRS. Segundo Patrícia, “nos Estados Unidos, Ásia e Europa as fabricantes são obrigadas a fazer gestão do veículo e todos seus componentes, o que não ocorre no Brasil”.

Para a consultora, a lei fala em viabilidade técnica e econômica, mas de forma generalista. O caminho que aponta é o de benchmarking com os modelos internacionais, estimulando também o estabelecimento de acordos setoriais como o existente no caso dos agrotóxicos, modelo brasileiro exemplar aplicado por outros países. “É tempo de irmos além dos pneus, de pensar no pós-consumo dos veículos como um todo, o que envolve a parte também de eletrônicos, um grande gargalo atual”, conclui Patrícia.

 

- Leia aqui a segunda e a última matéria da série: "Quanto vale este resíduo".

 
 
 
 
4 de Julho de 2013

Report: notícias

fora da curva

O ideário wiki – aquele mesmo, da Wikipedia – se expandiu. Cada vez mais disseminado, ele agora está levando os conceitos de trabalho em colaboração e soluções coletivas para diversas atividades. A próxima fronteira é a wikinomia, que pretende usar a cultura colaborativa para viabilizar projetos “fora da curva”. Além de propor meios novos para conectar pessoas e levantar financiamentos, a wikinomia também tem o potencial de ajudar na construção de uma economia mais sustentável.

No Brasil, esses ideais estão sendo postos em práticas por iniciativas como a Benfeitoria, um empreendimento social baseado em crowdfunding e trabalho coletivo, que já reuniu cerca de 10 mil pessoas colaborando em mais de 100 projetos. Veja o que o Murilo Farah, um dos fundadores da Benfeitoria e palestrante do Sustainable Brands Rio, tem a dizer sobre o assunto:

report: Quais são os objetivos e os métodos de ação da Benfeitoria?

Murilo Farah:Viabilizamos projetos de impacto positivo, ao facilitar a colaboração entre indivíduos. Qualquer pessoa pode submeter um projeto ou colaborar com outros – com dinheiro, serviços, materiais, divulgação... Para cada colaboração, há uma recompensa associada. Se os recursos necessários são obtidos, o projeto é viabilizado e os colaboradores recebem uma recompensa. Se não atinge os recursos mínimos, as colaborações são devolvidas. Essa dinâmica possibilita concretizar iniciativas que não teriam sucesso se realizadas de forma individual.

report: Pode citar alguns exemplos?

Farah: Dentre os mais de 100 projetos que passaram pela Benfeitoria, vale citar o Auire Prisma (um aparelho que faz a leitura de cores e cédulas para pessoas com deficiência visual), o Colheita Urbana (sistema de redistribuição de alimentos), o Me Salva (uma plataforma de educação em que estudantes orientam outros estudantes) e o Cine Degrau (um cinema a céu aberto feito nas escadarias da periferia de São Paulo).  

report: De que modo a cultura colaborativa pode contribuir para a construção de uma economia mais sustentável?   

Farah: A economia colaborativa, ou a wikinomia – termo criado pelo teórico Don Tapscott – traz uma forma mais inteligente de gerir os recursos globais. A economia atual tem como base a escassez e o foco no indivíduo; por isso, a crise em torno do desperdício de recursos e da resolução de problemas coletivos. A cultura colaborativa, baseada em ações e sistemas de impacto coletivo, é mais adequada para a solução de questões globais, como os da sustentabilidade.

report: A wikinomia pode ser aplicada a segmentos de negócio mais tradicionais?

Farah: Sim, qualquer empresa ou instituição pode entender e aplicar esses conceitos.  Trata-se de uma nova forma de as empresas se relacionarem interna e externamente e de enxergar seu real papel nessa nova rede global. Como qualquer mudança cultural, é difícil mensurar seus limites, mas hoje seu impacto já é estimado em mais de US$ 500 bilhões.

report: E quanto à mudança de mentalidade na sociedade?

Farah: Acreditamos que a ideia da economia colaborativa se baseia em um tripé: colaboração, criatividade e cuidado. Esse último trata de algo básico, porém esquecido: a preocupação genuína com o indivíduo, o coletivo e o mundo de forma integral. Uma cultura mais colaborativa resignifica o papel do indivíduo e empodera as pessoas de uma forma cada vez mais contundente. Isso impacta a forma como as instituições estão hoje constituídas: governo, empresas e universidades. Não faz mais sentido a existência de um governo que não seja permeável aos interesses coletivos de forma direta. Ou de empresas que se distanciam de quem os sustenta, ou de universidades que ainda são vistas meramente como espaços físicos de geração e difusão de conhecimento. Todas essas instituições precisam ser revistas, se quiserem continuar existindo. É uma mudança estrutural e irreversível.

 
 
 
 
28 de Junho de 2013

Report: notícias

Cielo lança seu primeiro Relatório de Sustentabilidade

A Cielo lançou hoje seu Relatório de Sustentabilidade 2012, o primeiro da companhia a adotar as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI). Maior credenciadora da América Latina e uma das cinco maiores do mundo, a companhia, hoje, está presente em mais 99% das cidades brasileiras, tem uma base de 1,3 milhão de pontos de venda ativos e capturou as transações financeiras de 27 bandeiras de cartões em 2012.

Neste primeiro relatório, a Cielo reporta 39 indicadores, alcançando o nível B+ de aplicação GRI, versão 3.1. O documento também passou por verificação externa. A Report atuou na consultoria GRI e na produção do conteúdo e do projeto gráfico. O formato escolhido foi o pdf navegável, que permite uma leitura mais dinâmica e objetiva, além de ser uma opção ambientalmente responsável.

O relatório de sustentabilidade está disponível para consulta e download no site.

 
 
 
 
28 de Junho de 2013

Report: notícias

empresas analisam novas diretrizes para relato

 

A Report Sustentabilidade mobilizou empresas para analisar o Framework para relatórios integrados do IIRC (International Integrated Reporting Council). No encontro de ontem, o conjunto de companhias que integram o Grupo de Estudos sobre o tema na Report discutiu os principais pontos do documento, que está em fase de consulta pública até o dia 15 de julho (para acessar o documento, clique aqui).

Entre outras questões, o grupo discutiu a necessidade de adaptação dos atuais relatórios anuais e de sustentabilidade às diretrizes propostas pela IIRC que prega a conexão entre as informações econômicas, sociais e ambientais, sinalizando como esses elementos impactam seus resultados no curto, médio e longo prazo.

Participam do grupo as empresas AES Brasil, Bradesco, CSN, Itaú Unibanco, Natura, Santander e Sulamérica, além de integrantes da academia.

 
 
 
 
12 de Junho de 2013

Report: notícias

Relatório da Samarco aponta avanços na estratégia

                                                

Em continuidade a uma década de experiências na publicação de balanços de desempenho, a Samarco acaba de lançar seu Relatório Anual de Sustentabilidade 2012. O documento destaca os principais desafios e avanços ao longo do ano, com destaque para o Projeto Quarta Pelotização (P4P), que ampliará a capacidade produtiva em 37% a partir de 2014, o trabalho de redefinição da estratégia e o modo de agir da companhia em relação à sustentabilidade.

Com 35 anos de atuação no mercado transoceânico de minério de ferro, a Samarco é, hoje, a oitava maior exportadora do Brasil, produzindo pelotas de minério de ferro que são utilizadas pela indústria siderúrgica em mais de 20 países. O relatório traz os principais dados de desempenho das operações nacionais, distribuídas entre Minas Gerais e o Espírito Santo, contemplando temas como emissões atmosféricas, impactos sobre a biodiversidade, consumo de recursos naturais e minerais e práticas de governança.

Além disso, o documento detalha algumas mudanças relevantes ocorridas na gestão, com destaque para o desenvolvimento da nova Visão 2022 – dobrar o valor do negócio e ser reconhecida por empregados, clientes e sociedade como a melhor do setor –, do Modelo de Sustentabilidade  e dos planos de negócio de cinco e dez anos.

Assim como na edição anterior, o relato seguiu a metodologia da Global Reporting Initiative (GRI) e alcançou o nível A+ de aplicação, com verificação por auditoria externa e, também, pela própria GRI. Além do site www.samarcoqueagentefaz.com.br, o RAS2012 também pode ser obtido em versão PDF (clique aqui para acessá-la) e será lançado em uma versão resumida, no formato revista, para empregados, contratados, comunidades e demais públicos que se relacionam com a Samarco.

 
 
 
 
7 de Junho de 2013

Report: notícias

Previ: relatório 2012 aposta no audiovisual

Refinamento na lista de temas relevantes, foco na abordagem da gestão de riscos e da governança e uso de recursos audiovisuais para aprofundar a estratégia e os resultados do ano. Esses foram alguns dos recursos aplicados no Relatório 2012 da Previ, a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, lançado exclusivamente no meio digital no mês de maio.

Por ser o maior fundo de pensão da América Latina e um dos 30 maiores do mundo, a Previ buscou elaborar um relatório que refletisse suas principais práticas e preocupações de gestão e planejamento de longo prazo, sem deixar de considerar os temas mais importantes para a comunicação e os cuidados com a objetividade do documento.

Para refinar a materialidade, foi realizada uma consulta às lideranças da organização, capaz de conferir mais foco aos temas relevantes – entre eles, satisfação do participante e do assistido, transparência, gestão da ética e educação financeira e previdenciária. Além do conteúdo e do design, a Report auxiliou a Previ nesta etapa do processo.

Outro ponto relevante foi a utilização de vídeos para contextualizar os principais assuntos do relatório. Com foco no público geral, incluindo quem desconhece a linguagem do negócio, apresentam resultados do ano, o cenário do mercado de fundos de pensão no Brasil, projetos voltados à qualidade de vida dos funcionários da Previ e a opinião de especialistas em sustentabilidade corporativa. Para acessar o material audiovisual, clique aqui.

 
 
 
 
6 de Junho de 2013

Report: notícias

Guia avalia uso de mídias sociais na comunicação da sustentabilidade

Acaba de sair do forno a edição brasileira do Social Media Sustainability Index 2013, de Matthew Yeomans, que avalia o uso aplicado à sustentabilidade de mídias sociais como meio de interação com stakeholders. A versão em português, produzida em parceria com a Eight Sustainability Platform, e que contou com o apoio da Report Sustentabilidade, também analisa casos de empresas com atuação no Brasil.

Matthew Yeomans é editor-chefe e co-fundador da Social Media Influence (SMI), uma consultoria especializada em oferecer apoio a profissionais de comunicação online. As avaliações feitas pelo Sustainability Social Media Index foram realizadas a partir de cases de sucesso, identificando as melhores práticas e municiando o mercado com soluções eficazes aplicadas à sustentabilidade corporativa, incluindo estratégias, ferramentas e soluções propostas com o uso de mídias sociais.

“Nosso objetivo ao trazer essa abordagem para o Brasil é jogar luz e apontar caminhos sobre duas “megatendências” de nossa sociedade – sustentabilidade e mídias sociais– que têm impacto direto na forma pelas quais as empresas produzem e ofertam seus produtos e serviços e em como se relacionam seus públicos stakeholders”, afirma Pablo Barros, fundador e diretor da Eight Sustainability Platform.

O Social Media Sustainability Index 2013 está disponível na internet. Para fazer o download da versão em PDF, clique aqui.

 
 
 
 
5 de Junho de 2013

Report: notícias

Oi lança relatório com conteúdo baseado na percepção de seus públicos

Já está no ar o Relatório Anual de Sustentabilidade 2012 da Oi. Pela segunda vez seguindo a metodologia da Global Reporting Initiative (GRI), o documento traz como principal inovação um processo de consulta aos diversos públicos impactados pelo negócio, organizado pela companhia junto à Report – também responsável pela redação e edição de texto.

Com o objetivo de avançar na divulgação de informações, a Oi – principal provedora de serviços de telecomunicações do Brasil – conseguiu alcançar o nível B de aplicação no relatório, respondendo a cerca de 60 indicadores de desempenho; além disso, pela primeira vez o documento foi submetido à verificação da própria GRI.

A construção do conteúdo foi influenciada por um painel multistakeholder, organizado em novembro de 2012, no qual 33 pessoas, entre clientes, funcionários, fornecedores, prestadores de serviço, acionistas e demais parceiros, foram consultadas para mapear os temas mais importantes para a gestão e a comunicação.

Entre os pontos destacados pelos públicos – e, por isso, valorizados no relato –, estão inovação, gestão de resíduos e qualidade do serviço e do atendimento. O leitor também tem acesso a informações sobre o contexto do mercado de telecomunicações no Brasil, bem como dados detalhados sobre os resultados financeiros da companhia no ano.

Além da versão online, o relatório também pode ser baixado em um PDF para impressão. Para isso, clique aqui.

 
 
 
 

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