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3 de Junho de 2013

Report: notícias

“A natureza não suporta desperdício”

A frase é de Fred Gelli, cofundador e diretor de criação da Tátil Design de Ideias, estudioso há 28 anos da biomimética - ciência que imita a vida, ou seja, busca na natureza suas habilidades para que possam ser reproduzidas e aplicadas em produtos, processos, tecnologias e design. Afinal, são quatro bilhões de anos de expertise em solucionar grandes problemas (superpopulações, desastres naturais, etc.) disponível para acesso, um conhecimento sem patente nem custos.

Palestrante do Sustainable Brands Rio, Fred Gelli moderou ainda uma das sessões temáticas sobre Economia Verde, em que o assunto da biomimética esquentou as discussões e contou com a participação de empresas como a Natura, que já bebe nessa fonte para repensar e criar novos produtos mais sustentáveis.

 

A biomimética vem sendo redescoberta pelas empresas. O que tem gerado este fenômeno e qual sua importância nos negócios hoje?

Acredito que não seja bem uma redescoberta, mas uma popularização do assunto a partir de um livro que a Janine Benyus, maior especialista em biomimética do mundo, escreveu em 1997 (Biomimética – Inovação Inspirada pela Natureza). A obra é uma pesquisa extensa, uma compilação de uma série de iniciativas que já estavam acontecendo em todo o mundo. Logo depois, ela participou do TED em 2005 e o tema ganhou ainda mais visibilidade. Claro que a consequência disso foi o aumento do interesse sobre o assunto, que tende a evoluir, circular e abrir novas frentes.

Outro fator que ampliou a busca pela biomimética é a demanda por soluções para problemas enfrentados no dia a dia das pessoas e das empresas. Há hoje uma urgência e uma demanda extra das áreas de inovação das empresas, com um caráter específico que é o de tratar os problemas como temas transversais, que passam também pelo ambiental. Inovar com baixo impacto, de maneira otimizada, e nisso a natureza é poderosa – o que faz da biomimética uma ciência que atende a um desejo atual.

 

Quais os melhores exemplos de produtos e projetos que indústria e outros setores já concretizaram com inspiração na biomimética?

Sempre me lembro dos revestimentos utilizados em áreas que precisam ser estéreis – laboratórios, salas cirúrgicas e outros ambientes. É um adesivo que reveste as paredes desses espaços, desenvolvido a partir da observação da estrutura geométrica da pele do tubarão – um animal que nunca pega infecção. Essa capacidade tem a ver com uma geometria de pele que impede que os microrganismos se fixem nela. Ao replicar essa geometria, os pesquisadores criaram uma lógica de esterilidade por meio da física, e não por esforços químicos, que geralmente são mais danosos.

Outros exemplos são o trem bala japonês, inspirado no bico do mergulhão, que reduz o impacto com o ar ao entrar em túneis. Todo design da frente da locomotiva foi desenhada pensando na forma do bico da ave. E, por fim, os mais novos produtos da Natura, da linha SOU. O input da empresa foi pensar na embalagem a partir da geometria das gotas e no seu princípio de unidade mínima que contém líquido. A gota otimiza volume e área, assim como a nova embalagem reciclável permite o uso do produto até o seu final.

 

Quais as perspectivas para um futuro criativo e produtivo que insere a biomimética no escopo do negócio?

Há 28 anos estudo a biomimética e sou professor na PUC do Rio de Janeiro da mesma matéria há 14 anos. A natureza esta aí há bilhões de anos testando ideias e soluções para problemas muito semelhantes aos nossos. Superpopulação, locomoção, armazenamento de dados e outros. E nós, que temos de resolver com urgência tamanha essas questões, ainda temos tão poucos centros trabalhando com biomimética. Eu digo brincando: Deus não tem direito autoral, é copydesk! Ainda me surpreende que muitos não pensem nisso.

Com a evolução das tecnologias, que permitem entender e mergulhar, decodificar e decupar as soluções naturais, podemos entender melhor essas soluções. Temos aí uma perspectiva interessante para que a biomimética se torne uma aliada das inovações nas empresas.

 

Nota da redação: se quiser saber mais sobre biomimética, acesse o site do Biomimicry Institute, instituto norte-americano que apresenta uma série de cases sobre o assunto.

 

 
 
 
 
24 de Maio de 2013

Report: notícias

GRI quer relato de grandes empresas até 2015

Um novo conjunto de diretrizes de relato, debates sobre os mais diversos temas, definição de materialidade, relatório integrado e a política de “Relate ou explique”. A Conferência Global sobre Sustentabilidade e Relato, organizada pela Global Reporting Initiative (GRI), reuniu um público de 1,5 mil pessoas em Amsterdã, Holanda, ao longo desta semana (21 a 23 de maio), para discutir os principais aspectos que envolvem a produção de relatos que abordam a sustentabilidade.

Com a participação de líderes de governo e representantes de empresas, da academia e da sociedade civil de dezenas de países, o encontro foi encerrado com uma série de palestras que alertaram sobre a importância de levar à prática, imediatamente, a integração da sustentabilidade aos negócios.

No discurso de encerramento, Herman Mulder, presidente do Conselho da GRI, foi enfático: “Estamos convocando todos para uma maior cooperação. Queremos acelerar, intensificar e levar à prática a agenda que defendemos”. Em referência ao presidente da GRI, Ernst Ligteringen, que estabeleceu como meta que todas as grandes empresas publiquem relatórios de sustentabilidade até 2015, Mulder reforçou de que modo esse desafio se traduz em números: “Isso significa que 18 mil companhias na Europa e 9 mil na Índia deverão aderir à prática nos próximos dois anos”, exemplificou.

A maior expectativa em relação aos três dias de evento era o lançamento da G4, nova versão das Diretrizes para a Elaboração de Relatórios de Sustentabilidade, hoje utilizadas por mais de 1,5 mil organizações ao redor do mundo.

Com a proposta de enfatizar temas relevantes para o negócio e incentivar empresas a mapear sua cadeia de valor, a G4 vem para aquecer o debate sobre a comunicação de desempenho das organizações. Entre as novidades do novo texto, estão o fim dos níveis de aplicação, a mudança no sistema de assurance e novos indicadores e orientações para empresas que desejam relatar somente o que é material para suas operações e negócios (confira o texto sobre as mudanças da G4 aqui).

Para contribuir com as discussões, diversos movimentos globais se fizeram presentes na Conferência: dos defensores da “Relate ou Explique”, política que incentiva empresas listadas a publicar relatórios ou, ao menos, explicar por que não o fazem, a governos que exigem a prática (como a Dinamarca) e grupos que estudam a integração de relatórios financeiros e não financeiros - com destaque para o International Integrated Reporting Council (IIRC).

Outro momento relevante da programação foi a plenária inicial do segundo dia, em que Michel Barnier, da Comissão Europeia, liderou um bate-papo sobre o enfrentamento da crise e as lições que podem ajudar a reerguer a economia global sob um novo modelo de desenvolvimento. “A Europa não está aqui para ensinar lições a nenhuma outra parte do mundo. Mas acredito que nossas novas regras podem servir como fonte de inspiração para muita gente”, afirmou.

Os painéis de debate trataram temas diversos de gestão socioambiental, como a abordagem da cadeia de fornecimento nas novas diretrizes GRI, a visão da academia e os principais caminhos para o engajamento de stakeholders. Um deles falou sobre os processos de materialidade e os limites e desafios apontados pela G4, citando o estudo “Materialidade no Brasil: como as empresas relatam os temas relevantes”, elaborado pela Report e lançado em novembro de 2012 (acesse a pesquisa aqui).

Ao final, a percepção geral dos palestrantes era a mesma: de que somente o compartilhamento de valores e visões entre sociedade civil, governos e organizações permite o ingresso efetivo da sustentabilidade nas tomadas de decisão, estratégias e práticas cotidianas das empresas - grandes ou pequenas, multinacionais ou locais. Nas palavras do presidente Ernst Ligteringen, no discurso que abriu a conferência em Amsterdã: “A prática de relatar só se tornará padrão entre as empresas ao redor do mundo quando for apoiada e incentivada por todos.”

 
 
 
 
23 de Maio de 2013

Report: notícias

Unep apresenta os melhores cases de seis setores

O mercado global de tecnologias eficientes em baixo carbono e fornecimento de energias renováveis deve praticamente triplicar nos próximos anos, chegando a $2,2 trilhões até 2020. Por outro lado, 20% da população mundial não tem acesso à eletricidade, e a energia da queima de combustíveis fósseis causa emissões de CO2 que atingiram um recorde de 31,6 gigatoneladas em 2011. E a tendência é aumentar.

Deste imbróglio, além da certeza de que as possibilidades e desafios seguem juntos no cenário econômico global, o que merece a atenção dos governos, investidores, setores privado e da sociedade civil são os exemplos que mostram as oportunidades concretas para o crescimento do comércio sustentável, alinhadas à transição para uma economia de baixo carbono, sobretudo nos países em desenvolvimento. O relatório “Green Economy and Trade: Trends, Challenges and Opportunities”, divulgado pela United Nations Environment Programme (UNEP), selecionou os melhores cases de seis setores: agricultura, pesca, florestas, indústria, energia renovável e turismo.

Leia o estudo completo aqui.

 

 
 
 
 
23 de Maio de 2013

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Cinco mitos sobre mineração, segundo Paulo Haddad

Economista, professor, ex-Ministro do Planejamento e da Fazenda e consultor do Banco Mundial, o mineiro Paulo Haddad apresentou cinco teses que considera equivocadas sobre a mineração em workshop organizado pela Anglo American, em São Paulo. Veja alguns argumentos que ele apresentou a uma plateia relativamente diversificada, sobre o que chamou de “mitos da mineração”. Teve gente que sorriu, teve gente que aplaudiu. E teve gente que se contorceu bastante na cadeira.

1. A mineração é uma atividade extrativa e, portanto, agrega pouco valor ao que produz, com baixa contribuição para a expansão do PIB.

Além das reservas cambiais brasileiras geradas com a exportação de minério – mais de US$ 150 bilhões de 2006 a 2012 –, a atividade gera emprego e renda e demanda a criação de cadeias de suprimentos onde está instalada.

2. Os bens minerais estão sujeitos à deterioração nas relações de troca: os preços evoluem em ritmo menor do que os preços de manufaturados.

Avanços tecnológicos e melhorias na produtividade apontam que os produtos da mineração podem ter valor agregado maior e se tornar peças essenciais para o desenvolvimento. Além disso, a demanda por bens minerais é crescente e estável – dentro e fora do Brasil.

3. A produção mineral utiliza tecnologia tradicional e não gera inovação como em outros setores.

A indústria se adapta às necessidades de seu mercado, o que exige inovação – incremental ou radical – constante. Com a mineração não é diferente: investimentos em pesquisas e modernização se tornaram fator competitivo para que as empresas sobrevivam em tempos de “capitalismo natural”.

4. A mineração é uma atividade predatória dos ecossistemas, comprometendo o bem-estar das gerações futuras.

O famoso conceito da termodinâmica de que nada se perde, tudo se transforma é bem útil para entender o processo da mineração: se bem feito, não destrói ecossistemas, e sim utiliza seus recursos para alimentar um ciclo de desenvolvimento. Além disso, a legislação ambiental do Brasil é uma das mais rigorosas do mundo, e, se cumprida, garante a gestão e o controle dos impactos.

5. Quando entra na fase de exaustão, a mineração sempre deixa as regiões em que se localizam economicamente deprimidas.

A mineração não deixa “só buraco” por onde passa. Cidades como Marabá, Canaã dos Carajás e Parauapebas, no Pará, registram aumento em indicadores como o Produto Interno Bruto, por exemplo. A questão é que os municípios que recebem grandes projetos têm de sobreviver à exaustão da atividade mineradora. A chave, para isso, é a diversificação da base produtiva local.

 
 
 
 
22 de Maio de 2013

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G4: empresas terão dois anos para migrar

As empresas terão dois anos para migrar para a G4, o equivalente a dois ciclos de relato. Se a história da transição da G2 para a G3, lançada em 2006, se repetir, a maioria das empresas estará relatando G4 em até um ano.

O fato de a G4 ser mais amigável e ter sido lançada antes do final do segundo semestre pode encorajar as empresas a adotar a nova versão ainda no ciclo 2013 (lançamento em 2014). Um dos clientes da Report planeja lançar seu relatório g4 no terceiro trimestre deste ano.

 
 
 
 
22 de Maio de 2013

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G4: cadeia de fornecedores muda na versão final

A grande mudança entre o draft e a versão final da G4 ficou reservada para os temas relacionados à cadeia de fornecedores. O draft apresentava uma série de questões e indicadores que acabaram não passando pela consulta pública. Na G4, as empresas devem descrever sua cadeia de fornecimento, identificando os impactos importantes, suas práticas de compras e como se dá o monitoramento dos fornecedores, além dos mecanismos de reclamação.

Durante o evento de apresentação da G4, realizado nesta quarta (22/5), em Amsterdã, a GRI anunciou também que atualizará os dez suplementos setoriais sem mexer no conteúdo. A ideia é apenas adaptá-los à nova estrutura trazida pela G4. Os suplementos deverão ser utilizados como um dos elementos para a definição do que é material. Seus temas e indicadores só serão reportados se o processo de materialidade considerá-los essenciais para mostrar os impactos positivos e negativos do negócio.

 
 
 
 
22 de Maio de 2013

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GRI G4 é apresentada em Amsterdã

A nova versão das diretrizes para elaboração de relatórios da GRI nasce com a promessa de tornar o processo mais fácil para as empresas e, ao mesmo tempo, mais útil para a integração da sustentabilidade aos negócios.

A G4, lançada em Amsterdã nesta manhã (22/5), traz a materialidade para o centro do processo. As empresas poderão reportar apenas aqueles impactos considerados fundamentais para a estratégia do negócio e para seus stakeholders, mesmo que isso signifique publicar, por exemplo, apenas meia dúzia de indicadores. Por outro lado, ganha importância a realização de um processo de definição da materialidade, ou seja, de identificação das questões e dos indicadores que realmente sejam críticos para o bom desempenho da companhia.

Assim, acabam-se os níveis de aplicação, que atazanaram a vida de muita gente. As empresas declararão se o relatório está in accordance com as diretrizes GRI. Haverá dois tipos de in accordance: core, para as empresas que utilizaram a materialidade para definir o conteúdo do relatório; e comprehensive, para as que publicarão todos os indicadores – no caso, 91.

 
 
 
 
17 de Maio de 2013

Report: notícias

com destaque da mídia, corinthians apresenta relatório de sustentabilidade 2012

Reforçar a transparência e a credibilidade junto ao mercado conquistadas nos últimos anos. Com esse objetivo, o Corinthians acaba de lançar seu Relatório de Sustentabilidade 2012. É a quinta edição – a primeira foi lançada em 2009, referente a 2008 –, sempre com projeto integrado desenvolvido pela Report Sustentabilidade.

O lançamento ocorreu no Centro de Treinamento Joaquim Grava, localizado no Parque ecológico do Tietê, na zona leste de São Paulo, e contou com a presença de Estevam Pereira, sócio diretor da Report, que explicou à imprensa a importância da publicação para a credibilidade do clube. “Na negociação com o Escudero (lateral comprado do Argentinos Juniors), os argentinos queriam garantias extras, pois estava fresco na memória deles a imagem de um Corinthians utilizado para fazer lavagem de dinheiro. A diretoria estava fazendo uma limpeza nas estruturas e o mercado não sabia disso, precisava ser comunicado de maneira impactante”.

Funcionou. Hoje o clube recuperou o crédito e é capaz de realizar contratações de peso, como a do atacante Alexandre Pato, com prazo alongado para a quitação da dívida.

O relato mostra que a gestão do clube ainda mantém foco na dimensão econômica, mas apresenta como esse trabalho de recuperação e  fortalecimento das finanças servirá de base para gestão sustentável. "Nosso clube saiu na frente fazendo um relatório símbolo de transparência e comprometimento não só com nossos torcedores e parceiros, mas com todo o povo brasileiro. Esperamos melhorar cada vez mais nossas práticas de governança e servir de exemplo para outros times prestarem contas à sociedade", ressalta o diretor de finanças do Corinthians, Raul Corrêa da Silva.

Um dos principais temas abordados é o estudo de impactos que o novo estádio terá sobre a cidade de São Paulo e, sobretudo, no bairro de Itaquera, na zona leste da capital. Segundo estudo da Accenture, há um potencial de cerca de quase R$ 31 bilhões em benefícios econômicos.

O clube também apresenta os investimentos realizados, sobretudo em infraestrutura. Depois da conclusão do centro de treinamento do futebol profissional, foram realizadas diversas reformas no Parque São Jorge, sede social do Corinthians.

Também ganha destaque a dimensão social, exemplificada no fortalecimento do relacionamento com os diversos stakeholders, especialmente a torcida e nas diversas ações desenvolvidas em prol da comunidade.

O lançamento do relatório teve grande repercussão na mídia, o que só demonstra o acerto da diretoria na decisão de prestar contas à sociedade, uma vez que há um grande número de interessados nas atividades do clube. Confira:

Globo Esporte

Lance!

Terra

Estadão

 
 
 
 
16 de Maio de 2013

Report: notícias

empresas debatem sobre recursos que geram valor

                                        

O grupo de estudos criado pela Report para discutir as tendências globais de relato se reuniu na manhã de hoje (16) para aprofundar seus conhecimentos nesse novo modelo de comunicação de desempenho. Com o tema "Os Capitais", o quarto encontro do projeto teve os debates focados em como as empresas utilizam os diferentes recursos - financeiros, humanos, sociais e intelectuais, entre outros - para gerar valor para a companhia e a sociedade.
 
Entre os desafios das empresas na evolução dos relatórios anuais e de sustentabilidade está o de apresentar a conexão entre as informações econômicas, sociais e ambientais, sinalizando como esses elementos impactam seus resultados no longo prazo.
 
Iniciado em novembro de 2012, o grupo de estudos tem o objetivo de detalhar os tópicos discutidos pelo IIRC (International Integrated Reporting Council), organismo internacional que está elaborando as primeiras diretrizes para a produção de relatórios efetivamente integrados. Atualmente, uma proposta de framework está em fase de consulta pública (saiba mais aqui).
 
Participam do grupo as empresas AES Brasil, Bradesco, CSN, Itaú Unibanco, Natura, Santander e Sulamérica, além de integrantes da academia.
 
 
 
 
13 de Maio de 2013

Report: notícias

Sustainable Brands em movimento

A conferência SB Rio 2013 chegou ao fim com saldo positivo: muitas experiências compartilhadas e, acima de tudo, exemplos de soluções criativas para promover uma transformação cultural no mundo dos negócios. A cobertura completa está disponível no blog do evento e nas redes sociais, que continuam sendo atualizadas com debates, clippings e outras novidades que pintam diariamente. Aguardem muitas fotos e vídeos por aí.

Facebook: http://www.facebook.com/pages/Sustainable-Brands-Rio-2013/53465224322202...

Twitter: http://twitter.com/sb_rio2013

Enquanto você divide com a gente esse conhecimento que circulou nos últimos dias, pode acompanhar a próxima edição do Sustainable Brands 2013 , que acontece en San Diego (Carlifórnia), entre os dias 3 e 6 de junho.

 
 
 
 

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